/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2024/z/g/ikqLfqTYmqf121HoBYhA/71526689-data-05-09-2017editoria-financasreporter-vinicius-pinheirolocal-banco-maxima-sao-paulo.jpg)
Prisão foi substituída por tornozeleira e entrega do passaporte
Malu Gaspar
O Globo
A desembargadora Solange Salgado, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), decidiu na noite desta sexta-feira (28) derrubar a prisão do dono do Master, Daniel Vorcaro, dono do Master. Por decisão dela, Vorcaro passará a usar tornozeleira eletrônica, deve entregar o passaporte e está proibido não só de manter contato com outros alvos da investigação mas também de se ausentar do município onde vive.
A desembargadora estendeu a decisão para outros quatro alvos da investigação que também haviam sido presos: o ex-CEO e sócio do Master Augusto Ferreira Lima; Luiz Antônio Bull, diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia do Master; Alberto Felix de Oliveira Neto, superintendente executivo de Tesouraria do Master; e Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, sócio do Master.
REQUISITOS – “Reanalisando o caso à luz dos fatos novos e da documentação superveniente apresentada nos pedidos de reconsideração, verifico que não mais subsistem os requisitos para a manutenção da medida cautelar pessoal extrema, sendo atualmente cabível a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas”, escreveu a desembargadora, que havia decidido manter Vorcaro preso na semana passada.
A desembargadora do TRF-1, sediado em Brasília, destacou que a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal “é pacífica no sentido de que a gravidade abstrata do delito não justifica, por si só, a prisão preventiva”. Para Salgado, a tornozeleira eletrônica e a retenção do passaporte de Vorcaro são medidas “suficientes” para conter o risco de fuga.
“Embora inegável a gravidade dos fatos e o vultoso montante financeiro envolvido, verifica-se que a substituição da prisão por um conjunto de medidas cautelares robustas, nos termos do art. 319 do CPP c/c art. 320 do CPP [Código de Processo Penal], mostra-se suficiente para, atualmente, acautelar o meio social, prevenir eventual reiteração delitiva, garantir a ordem econômica, garantir o regular prosseguimento da persecução penal e coibir o risco de fuga”, frisou.
QUATRO ESCRITÓRIOS – Em sua ofensiva para sair da cadeia, o dono do Master contratou quatro escritórios e montou um time jurídico formado por oito advogados, que acionaram não só o TRF-1, mas também o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o STF. “Sempre acreditamos que os excessos seriam contidos. Ainda temos muito trabalho pela frente”, disse ao blog o advogado Roberto Podval, um dos defensores de Vorcaro.
Vorcaro foi detido no último dia 17 pela Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos. Ele é o principal alvo da investigação que mira uma organização criminosa que teria promovido fraudes financeiras com prejuízo de pelo menos R$ 10 bilhões na venda de créditos falsos pelo Master ao BRB.
DOCUMENTO DO BC – Para convencer a desembargadora a derrubar a prisão, os advogados de Vorcaro também anexaram aos autos um documento do Banco Central detalhando uma reunião do executivo com o diretor de fiscalização do BC, Aílton de Aquino Santos, ocorrida no último dia 17 – antes da operação que o levou à cadeia.
O documento do BC confirma que o executivo havia informado previamente à instituição que viajaria para Dubai, nos Emirados Árabes, para um encontro com um grupo de investidores estrangeiros, o que afastaria o receio da Justiça de que ele poderia fugir do país.
COMUNICAÇÃO – Os impetrantes anexaram prova demonstrando que o paciente comunicou previamente ao Banco Central sua viagem internacional com destino a Dubai, tendo informado formalmente o motivo da viagem — venda de instituição financeira — durante reunião oficial realizada na mesma data do embarque”, observou a desembargadora.
“Assim, o risco residual de evasão do distrito da culpa mostra-se controlável por meio de medida menos gravosa, consistente na entrega e retenção do(s) passaporte(s), revelando-se esta providência apta e proporcional.”
DIVISÃO DE TAREFAS – Ao mandar prender Vorcaro na semana passada, a Justiça Federal do Distrito Federal viu indícios robustos de uma organização criminosa com divisão de tarefas nas investigações sobre o Banco Master.
O modus operandi mapeado pela PF e pelo MP envolve uma série de práticas ilegais, como falsificação de documentos, ocultação de informações, manipulação de dados contábeis e a realização de um grande número de operações suspeitas para tentar esconder o esquema ilícito e tentar dar um ar de normalidade às transações financeiras.
O que a grana não faz?
Sr. Newton
Não estou entendendo mais nada, deve ser a pré-velhice…..
o Narco-Luladrão disse várias vezes que acabou com a fome, miséria e pobreza.??
“…47 milhões têm insegurança alimentar nos EUA; por que o país não resolve a fome?
Os EUA são um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, mas a nação ainda enfrenta problemas de alimentação adequada
47 milhões de pessoas nos EUA vivem sem saber se terão o que comer
Tio de Michelle Bolsonaro é preso suspeito de integrar grupo criminoso…
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2025/11/28/homem-prisao-df-novembro-2025.htm?cmpid=copiaecola
Tudo coisa da Banânia!
Tem todos os indicios de influencia superior na decisão ou corrupção. Ladrões ricos não ficam presos no Brasil. Soltar esses patifes é uma grande canalhice.
agora, além de bozo et caterva, a TI vai defender outros bandidos?
quanta obsessão contra PF e justiça!
putz!!
Quantos milhões de reais a desembargadora Solange Salgado, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) , cobrou e levou desses ” falsários , trambiqueiros , ladrões para solta-los ?
A história se repete , sendo que recentemente um desembargador mandou saltar e devolver mais de 695 quilos de cocaína a um traficante , descobrindo-se depois que o desembargador recebera propinas de R$800.000.00 , sendo que os traficantes , os corruptos e lesa-pátria , tem vários membros da magistratura Brasileira no ” bolso e seu serviço ” .
Não há fundo na degradação.
Já,saídos dos esgotos,aparecem zumbis defendendo ($$$) o ladrão.