
Repressão às manifestações já produziu milhares de vítimas
Pedro do Coutto
O Irã volta a ocupar o centro do tabuleiro internacional, não apenas pelas tensões históricas com o Ocidente, mas pela explosão social que cresce dentro de suas próprias fronteiras. Relatos de organizações internacionais de direitos humanos, acompanhados por grandes agências de notícias como a Reuters, a Associated Press e a BBC, indicam que a repressão às manifestações já produziu um número alarmante de vítimas, possivelmente na casa dos milhares.
Em paralelo, a decisão do regime de executar um manifestante — confirmada por entidades ligadas à ONU — adiciona um elemento ainda mais inflamável a um cenário já fora de controle. É nesse contexto que a recente declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo que a população iraniana “tome as ruas”, ganha peso político e simbólico.
AMEAÇA – Não se trata apenas de uma fala retórica. Em uma região marcada por intervenções externas malsucedidas e guerras por procuração, qualquer palavra vinda da Casa Branca ecoa como ameaça, estímulo ou provocação — às vezes tudo ao mesmo tempo. A história recente do Oriente Médio mostra que revoltas populares genuínas podem ser rapidamente capturadas por interesses externos ou esmagadas por regimes que se sustentam na força.
O Irã conhece bem esse roteiro. Desde a Revolução Islâmica de 1979, o poder dos aiatolás se mantém pela combinação de legitimidade religiosa, aparato de segurança e repressão sistemática a dissensos. Quando o líder supremo autoriza execuções públicas em meio a protestos, a mensagem é clara: o Estado não pretende recuar.
Paradoxalmente, esse tipo de resposta costuma produzir o efeito oposto ao desejado. Cada morte se transforma em combustível moral para novos protestos. Cada execução cria mártires. Regimes fechados, quando pressionados simultaneamente por revoltas internas e discursos hostis externos, tendem a radicalizar, não a negociar.
REPRESSÃO – A possibilidade, aventada por setores do governo americano, de interferir no Irã eleva o risco a outro patamar. Ainda que tal cenário permaneça no campo da retórica ou de vazamentos calculados, ele reforça a narrativa do regime iraniano de que os protestos são fruto de conspiração estrangeira — justificativa clássica para ampliar a repressão. O resultado provável não é a queda imediata do governo, mas uma espiral de violência com impacto regional.
O Oriente Médio, já tensionado por conflitos em Gaza, no Líbano, na Síria e no Iêmen, não comporta mais um foco de instabilidade de grandes proporções. O Irã não é um ator periférico: influencia milícias, governos e mercados de energia. Uma convulsão interna prolongada pode gerar ondas de choque econômicas e geopolíticas que ultrapassam em muito suas fronteiras.
PRESSÃO DIPLOMÁTICA – O drama iraniano, portanto, exige mais do que frases de efeito ou bravatas geopolíticas. Exige pressão diplomática coordenada, monitoramento internacional e, sobretudo, atenção às vozes da sociedade civil iraniana — que pedem direitos, não guerras. Quando líderes estrangeiros transformam revoltas populares em peças de um jogo de poder global, o risco é que a esperança legítima de mudança seja soterrada pelos escombros da repressão e do conflito.
No fim, a pergunta central permanece sem resposta fácil: quem realmente paga o preço quando a retórica internacional encontra a brutalidade dos regimes autoritários? A experiência histórica sugere que, quase sempre, são os civis.
O Sr Pedro do Coutto reconheceu a brutalidade do regime iraniano, mas silenciou sobre a parceria do narco-ladrón Lula da Silva com a tirania dos aiatolulás.
Os dois primeiros dias de protesto foram pacíficos, porém os agentes da Mossad, junto com Curdos e outros grupos terroristas se infiltraram para gerar o caos na tentativa de realizar uma revolução colorida no Irã. Graças
Esses terroristas decapitaram policiais, atiravam na população, explodiram edificações e carros. Tudo para gerar o caos no país. O Basij fez um trabalho brilhante, apreenderam centenas de quilos de explosivos e armas. Bloquearam a Internet, porém EUA, Israel e etc … que estão patrocinando esse levante no Irã disponibilizou a Starlink que também foi bloqueado mostrando a fraqueza do sistema do Elon Musk.
Hoje essa revolta está apaziguada, o povo iraniano foi para as ruas para apoiar o governo contra o Imperialismo dos EUA.
Como a revolução colorida não deu certo no Irã, teremos uma guerra dos EUA e Israel contra o Irã com o objetivo de acabar com o regime dos aiatolás e transformar o país em uma nova Síria. Isso é vital para os EUA para acabar a rota da ceda , enfraquecer a Rússia e a China.
Essa análisa foi antes do Irã bloquear o sinal da Startlink
Irã: o Regime Vai Conseguir Deter a Intervenção do Ocidente?
https://www.youtube.com/watch?v=AEkl9-wO0kc
Fala dos protestos a favor do governo do Irã
Seyed M. Marandi: Tumultos Violentos e uma Grande Guerra a Caminho
https://www.youtube.com/watch?v=hiAszA-k2Ng
Eis aí um roteiro pronto para o próximo filme brazuca candidato ao Golden Globe: um drama edificante sobre as ‘injustas’ críticas aos autoproclamados defensores de Alá e do imperialismo ocidental — curiosamente aliados, financiadores ou mantenedores de conveniência de grupos como Hezbollah, Hamas, Jihad Islâmica Palestina, Houthis (Ansar Allah) e diversas milícias xiitas iraquianas orbitais de Teerã, tudo embalado pela estética da virtude seletiva e pela indignação sob medida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpv7j87gjgpo
Se te encontras alçado, locupleto e blindado, reconheça-se como um desprezível apátrida!
Trump coloniza a ditadura da Venezuela.
Trump coloniza a ditadura do Irã.
Faltam China e Rússia só.
Porque essa ditadura corruptpa do Brasil, que sabota a defesa e os interesses nacionais, entrega tudo logo no primeiro grito.
O próprio Lula é Maduro e Dercy ao mesmo tempo.
A retórica de “soberania” sem defesa e entregando tudo não passa de conversa fiada.
Sr. Newton
Os filhotes do Nine Fingers, chegaram na Vila Madalena,
O badalado bairro na Zona Oeste onde residem as “cabeças pensantes” do nosso Pais….
Ladrões em motos aterrorizam Vila Madalena e inibem até passeios com cães
Assaltantes usam mochilas de entrega como disfarce e buscam alianças e celulares
Secretaria da Segurança diz que polícia atua contra violência no bairro da zona oeste de SP..