A “Pátria de chuteiras”

Nelson Rodrigues jamais imaginou que sua definição (?) fosse ganhar tanta repercussão, 30 anos depois. Usada e abusada por um treinador neófito, escalafobético e antiético, que não se define nem mesmo em relação à ditadura e à escravidão.

Quanto à primeira, sentenciou a todos que discordarem o mínimo de suas “convicções”, a serem condenados por falta de patriotismo. E em se tratando de escravidão, deve ter convocado o Grafite para humilhá-lo com a reserva. Só pode ser.

Tentou justificar a não convocação de Ganso e Neymar, com o fato de “não terem ido bem na seleção sub-20 e sub-17”. E como eu disse ontem, só quer saber da “família”, é o sub-Felipão. (Por causa disso, manteve todos aqueles “dungatórios” que transformam o meio do campo num purgatório).

Toda a sua argumentação é alicerçada na COERÊNCIA, que é uma das coisas mais retrógradas, atrasadas e prejudiciais do mundo. Muitas vezes ou quase sempre, a COERÊNCIA CONSISTE EM MUDAR E NÃO EM INSISTIR. O MUNDO É DINÂMICO E NÃO ESTÁTICO. Que pena, Dunga, a COERÊNCIA no injustificável, ressuscitou a Era Dunga, e novamente contra voce.

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