Autnticas, textuais e entre aspas

O coronel Chvez telefonou para o presidente Lula e disse com a maior veemncia: J conversamos sobre o Mercosul, acertamos tudo. Brasil e Venezuela no precisam do aval desse prefeito de Caracas.

Razo da interveno e do protesto de Chvez: o prefeito da capital da Venezuela , veio ao Brasil e defendeu a entrada de Chvez. Mas o que irritou o coronel, foi o fato do prefeito dizer, Chvez tem que ser vigiado de perto.

Sarney, da tribuna do Senado: A mdia no representa o povo, decidiram fazer campanha contra mim, de todas as maneiras, usando argumentos que j chamei de mnimos. S para me desgastar e me jogar contra a opinio pblica. Surpreendente, estranho e esquisito.

Por que essas trs palavras? Porque o prprio Sarney, em todas as oportunidades, pblica e ostensivamente, sempre deixou bem claro: No tenho nenhum inimigo ou adversrio, fao poltica sem hostilidade, apenas com cordialidade. Parece que mudou muito.

Sarney exibiu mgoa, desprezo, ressentimento, nenhuma explicao para tudo o que aconteceu. Podia pelo menos ter dado uma razo para tantas nomeaes. No disse nada sobre as irregularidades do filho Fernando, acusadssimo. Por que o silncio?

O que esperava de um filho que se jogou to suntuosa e luxuosamente no centro dos interesses e dos negcios de Ricardo Teixeira?

E por que mobilizou amigos intimssimos do judicirio de So Paulo para proteger e preservar o filho querido? (Embora o prprio Sarney tenha dito, que a filha querida dona Roseana).

Pelo visto e pelo que tem dito, aberta ou no to ostensivamente, o presidente do Senado no pensa (?) nem admite qualquer negociao para deixar o cargo.

Completando sua posio parlamentar: no tendo eleio em 2010, seu mandato vai at 2014, (mais um libelo conta esses mandatos longussimos) est vontade para ajudar quem precisar. Eu no preciso de ajuda, tem dito Sarney, trocando a pretensa humildade pela pretendida arrogncia.

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