Embaixadores americanos na badalao subserviente

A indicao de Thomas Shannon para embaixador dos EUA no Brasil no me diz nada. Deveria ser sempre assim, mas no . Quando os americanos eram chamados de “Imprio Romano” (acreditavam) era obrigatrio bajul-los. Theodore Roosevelt, que em 1902 criou a a expresso “banana republic”, indicava os embaixadores para a regio baseado nessa “filosofia”.

At que chegamos a Lincoln Gordon, de centro-direita, admirado pelos esquerdistas, pelo fato de ser “professor de Harvard”. Desmascarado com a derrubada de Jango, ficou com um unico amigo e admirador: Roberto Marinho. Motivo: os dois derrubaram a idia de Brizola Ministro da fazenda e acabaram derrubando o proprio Jango.

O que os americanos jamais entenderam, nem ns: o fato do presidente Jango ter nomeado Roberto Campos embaixador nos EUA. Expulso Jango do Poder, Roberto Campos veio imediatamete dominar o Brasil. S no pde ser presidente da Republica, a Constituio “exige que seja brasileiro nato”.

Na ditadura Vargas, principalmente no “Estado Novo”, os embaixadores dominavam sem intermediarios. S queVargas, espertissimo, quando precisava, conversava diretamente com o presidente dos EUA. E concedia, mas tambm obtinha. Foi o que aconteceu com Roosevelt. Precisva de uma base no Nordeste, preferia Natal, conseguiu. Sabia que o Brasil precisava de uma grande siderurgica, concedeu. Seus engenheiros no acreditavam que essa usina fosse em Volta Redonda (longe da materia-prima e dos portos), Roosevelt perguntou simplesmente: “ o que o presidente Vargas quer?” Diante da resposta afirmativa, determinou: “Ser em Volta Redonda”.

Mais tarde, no pessoalmente, Vargas “conversou” com Stalin. “Aliados”, Unio Sovietica e Brasil tinham dialogo. Stalin queria a liberdade de Prestes, Vargas colocou-o numa priso especial, recebendo amigos e correspondencia.

Mas nem americanos nem sovieticos se movimentaram quando o ditador foi derrubado. Na ditadura de 1964, os embaixadores dos EUA se divertiam, gostavam do cargo, mas no mandavam nada. Quem conversava com os generais no Poder era um general americano (alm de espio), Wernon Walters. Ficou ntimo dos brasileiros na FEB da Italia, transferiu para c a ligao feita l.

Nos tempos de Juscelino, fomos dominados pelo FMI. FHC se submeteu inteiramente ao Consenso de Washington. Antes de ser presidente, e durante o retrocesso de 80 anos em 8.

Dessa subserviencia pelo menos estamos livres.

PS- O Brasil um pas que no pode cometer a traio do VOTO EM LISTA, a morte da representatividade. No pode se vingar de adversarios tentando atingir a mais empresa que a Petrobras.

PS2- impossivel viver e conviver com a corrupo institucionalizada, compartilhada e justificada. No fazem a Revoluo, a modificao total? Pelo faam um acordo pela R-E-N-O-V-O-L-U---O.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.