O Supremo no recebe a denncia contra o ex-Ministro Palocci, mas destri a imponncia da inocncia

O valioso e volumoso relatrio do Ministro Gilmar Mendes a respeito dos fatos que levaram demisso do Ministro Antonio Palocci, devem ter assombrado os alunos de uma Universidade de Direito, que ele mesmo assinalou e registrou como presentes.

O presidente do Supremo, que estava ali simplesmente como relator, sem a majestade da presidncia, no deixava esquecer a simplicidade de um voto, que afinal no precisou mais de 1 hora e 45 minutos para ser lido e digerido.

Gilmar Mendes no conseguiu de modo algum agravar a situao do ex-ministro, pois ela j estava insustentvel. Mas no conseguiu superar tambm uma linha que fosse da FUNDAMENTADA, DOCUMENTADA E ABALIZADA prova acumulada pelo Ministrio Pblico.

s 19:30, depois de 7 horas de funcionamento s houve constrangimento e mais nada. Pois havia uma certeza que pairava no ar e estava sim na pea altamente fundamentada do Procurador Geral, Roberto Gurgel, que montou uma acusao IRREVOGVEL, j que a palavra est na moda.

O Ministro CULPADO, os outros tambm, mas em grau menor. Absolvendo Antonio Palocci, o Supremo estaria C-R-E-D-E-N-C-I-A-N-D-O-O a ocupar cargos IMPORTANTSSIMOS. E pronto a cometer NOVOS CRIMES e tentar FUGIR, contratando notabilidades ADVOCATCIAS.

Carmem Lucia e Ayres Brito deram votos magistrais RECEBENDO A DENNCIA. Marco Aurlio Mello, comeando a votar, afirma: Pelo nmero de ministros, a denncia est RECUSADA. E D UM VOTO MAGISTRAL.

Palocci pode estar satisfeito. Mas no engana ningum nem pode imaginar que o presidente da Caixa fez tudo sozinho. FORA PALOCCI, carto vermelho para ele.

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