Três derrotas de Lula, todas no exterior, contundentes

O forte do presidente, sem dúvida alguma, tem sido a participação nas mais diversas viagens. Recebido por presidentes, reis, rainhas, primeiros-ministros, foi chamado por Obama, de “o cara”.

Ficou arrogante, mais pretensioso do que o normal, considerou que o presidente dos EUA falava sério. Aí não parou mais de discursar, se meteu em tudo sem prudência, recato ou constrangimento.

Por isso, nas três últimas oportunidades, críticas dos mais diversos países. 1 – Apoio incondicional ao ditador do Irã. Como a repercussão foi enorme, explicou, abusando da audácia: “Eu só dei conselhos a ele”.

2 – Foi a Cuba, nenhum absurdo. Mas incoerente, inconsistente e incongruente, que palavra, chamou os oposicionistas que faziam greve de fome de “BANDIDOS”. Normalmente, afirmação inteiramente condenável, principalmente para um homem que foi líder sindical, que liderou várias greves. Não chegou à de fome por desnecessidade ou falta de coragem?

3 – Agora, o mais tenebroso e pernicioso fracasso ao tentar “a paz entre Israel e Palestina”. Desde 1948, com um brasileiro na Secretaria Geral da ONU, o conflito se aprofundou. E 62 anos passados, a crise aumenta seguidamente. Lula foi criticado por todos, até mesmo pelos que o elogiavam. A crise do Oriente Médio, só será resolvida, decidida, terminada, quando se criar o Estado da Palestina, de acordo com a Resolução de 1948.

(O povo de Israel e da Palestina, quer a paz, viver sem medo, desassombradamente. Os políticos não querem, iriam desaparecer).

Lula está em queda vertical no exterior. E além de não pacificar judeus e palestinos, tumultua a pretendida ou admitida eleição para secretário geral da ONU. O que parecia certo, não parece mais.

Credibilidade e transferência

Está muito bem, segundo pesquisas que não ganham eleições, mas servem como ponto de referência. Lula apresenta 83 por cento de popularidade. Não vamos discutir. Mas tudo que têm colocado na conta eleitoral de Dona Dilma, já vem do espólio ou da herança de Lula.

Pequisa de grandes institutos, nos EUA

1960: Nixon, ex-senador e 8 anos vice-presidente de Eisenhower, aparecia como franco favorito. Perdeu para o senador John Kennedy.

1968: Novamente candidato depois de 8 anos dos Democratas no Poder, Nixon não foi nem considerado ou cogitado, ganhou a eleição. (O editorial do New York Times, comentando essa vitória, histórico em matéria de lamento e amargura).

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