Joe Biden esqueceu o Dia D e na Hora H preferiu exaltar a coragem dos transsexuais

50 fotografias que contam a história do Dia D

Morreram 4,4, mil soldados e outros 5,5 mil se feriram

Celso Serra

O general Eduardo Pazuello talvez tenha lembrado que o domingo passado, dia 6 de junho, é uma data histórica da maior relevância. Mas o presidente Joe Biden, numa atitude sem precedentes, na hora H esqueceu o aniversário do Dia D, que desta vez passou em branco naquela famosa Casa  Branca.

Mas o jornalista Ben Shapiro,  é apresentador do “Ben Shapiro Show”, editor-chefe do Daily Wire e apresentador de TV, não somente lembrou a data, como também observou que o presidente Joe Biden no dia seguinte preferiu exaltar a coragem dos transsexuais do país.

###
A DEFINIÇÃO DE CORAGEM MUDOU MUITO DESDE A NORMANDIA
Ben Shapiro   /     The Daily Signal

Domingo passado marcou o 77º. aniversário do Dia D. Naquele dia teve início a Operação Overlord, a invasão aliada da Europa que daria início ao fim do regime nazista. Ao menos 4.400 soldados aliados morreram e 10 mil ficaram feridos no desembarque da Normandia.

Enquanto a invasão tinha início, o presidente Franklin Delano Roosevelt ocupou as ondas de rádio para pedir que os americanos se juntassem a ele em oração: “Deus Todo-Poderoso, nossos filhos, orgulhos da nação, neste dia assumiram uma responsabilidade enorme para proteger nossa República, nossa religião e nossa civilização, e para acabar com o sofrimento da humanidade (…) que nossos corações resistam, aguardem a provação e suporte os sofrimentos que se seguirão. Transmita nossa coragem para os nossos filhos, onde quer que eles estejam”.

BIDEN EM SILÊNCIO
– Quase oito décadas mais tarde, o presidente Joe Biden não tinha nada a dizer sobre o aniversário do Dia D. Rompendo um precedente apartidário, Biden ficou em silêncio quanto ao assunto.

No dia seguinte, contudo, Biden tuitou algo digno de nota sobre coragem: “Aos norte-americanos trans de todo o país – sobretudo os jovens, que são os mais corajosos – quero que vocês saibam que seu Presidente está ao seu lado”.Coragem em 1944: jovens se lançando nas águas revoltas do Canal da Mancha, alcançando as praias cheias de corpos na Normandia sob tiros para libertar um continente. Coragem em 2021: homens se identificando como mulheres, e vice-versa.

No dia D, a tropas aliadas enfim invadem a Normandia

MUDANÇA DRÁSTICA – Nossas definições de coragem mudaram drasticamente. Nossa antiga definição de coragem tinha a ver com a ideia aristotélica de virtude. A virtude da coragem – andreia, ou masculinidade, em grego — reconhecia os riscos da busca por fins heroicos.

“O homem corajoso suporta e teme o que é necessário [temer e suportar], sob a justificativa da justiça”, explica Aristóteles. “A coragem é um risco calculado e sereno pelo bem do que é nobre e bom”.

Hoje em dia, a coragem está na autenticidade. Não faz muito tempo que autenticidade passou a ser associada à coragem. Na verdade, a autenticidade costuma ir na direção oposta da coragem. Afinal, ceder ao ego é algo que vai contra as demandas dos objetivos nobres.

A VIRTUDE ATUAL – Nossa maior virtude, atualmente, não é defender algum padrão civilizacional, correndo riscos. A virtude está em encontrar nossas verdades pessoais e depois exigir aplausos do restante do mundo. O heroísmo está em obrigar o mundo a se curvar diante de suas ideias subjetivas quanto à verdade e decência.

Ou talvez haja outra possibilidade. Talvez a nova definição de coragem sirva, sim, a um objetivo maior: o de destruir a antiga definição do bem.

A verdadeira coragem está em rejeitar velhos sistemas de pensamento e verdade objetivas, juntando-se a outros para exigir que todos os sistemas de poder sejam destruídos. Nessa luta, o que é pessoal é político. O subjetivismo não é o inimigo da coragem, e sim uma nova forma de coragem, já que o objetivo final a ser buscado é a destruição da verdade em si.

HAVERÁ CIVILIZAÇÃO? – Um dia saberemos se uma civilização obcecada pela ideia de destruir suas instituições continuará sendo civilizada ou se uma civilização que descarta a velha coragem em favor da “bravura” da autenticidade é capaz de se manter.

Os primeiros sinais são desanimadores. Quando chamada a enfrentar os verdadeiros inimigos da liberdade, a civilização precisa de homens dispostos a invadir praias em nome de verdades maiores, não homens focados em encontrar suas “verdades interiores”, muitas das quais sem contato com a realidade. Usar a mesma terminologia para descrever os dois fenômenos é trair a verdadeira coragem.

6 thoughts on “Joe Biden esqueceu o Dia D e na Hora H preferiu exaltar a coragem dos transsexuais

  1. Hei, apareça aqui um psiquiatra ou um psicopata para tentar explicar: o que ocupa mais espaço, nas bocas dos tiranos: suas línguas ou o nome de Deus? Será que todo genocida se julga um Avatar do Deus narrado, no Antigo Testamento?

    • A gente lê um bom artigo como este; e, ao ir escrever um comentário; se depara com um comentário seu, nesse seu nível; até viado broxa, e perde a vontade de comentar.

  2. 1.Jesus em Mateus 18:20: “Onde dois ou tres se reunirem em meu nome, lá estarei entre eles”

    2. Trump antes da invasão do Capitolio prometeu estar junto com os invasores durante a tomada daquele monumento. E se mandou!

    3. O nosso Jumento, imitando Cristo e Trump, se dirigiu aos motoqueiros, alertando-os de que sempre estaria juntos deles quando se reunissem em seu nome.

    Ó Deus de Mateus, por que eu, por que nós?!

  3. Verdades interiores totalmente subjetivas, pois com os conhecimentos científicos atuais jamais serão acompanhadas pela biologia ou pela fisiologia. No seu delírio psicológico, uma pessoa trans mulher que se assume homem, com a ciência que atuamente existe, jamais irá produzir sêmen, da mesma forma que um trans homem que se assume mulher nunca (ainda não) irá menstruar. Psicologicamente você pode assumir o que quiser, viver a vida do jeito que lhe aprouver, desde que não prejudique terceiros. Por fim, pode até parecer politicamente incorreto (não estou nem aí) mas biológica ou fisiologicamente a mudança ainda não é possível. Quem sabe, com o avanço da ciência.

  4. AUTORIDADE FEMININA, NAS FILEIRAS POLICIAIS, MILITARES E SIMILARES – APENAS INDUÇÃO RELATIVA? Imaginem dois montes paralelos, consequentemente, haverá entre ambos uma depressão ou um VALE; isso também é o que VALE o poder da mulher policial e/ou militar. Conclusão: aquilo que parece equiparação da eficácia feminina, se comparada à dos homens, nas aludidas atividades, em verdade; é o poder dissuasivo que a mulherada usurpa da porção masculina existente na corporação! Quem respeitaria ou temeria uma força de segurança constituída só por mulheres?
    -Uma “racha”, no vértice duma pirâmide, deixa toda a estrutura sujeita ao racha.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *