Crescimento do centrão ameaça reeleição de Hugo Motta à presidência da Câmara

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  1. Barba não chegou na reta final do Acordo Mercosul-UE

    Estranhamente, Barba não participou da reunião histórica de assinatura do Acordo Mercosul-União Europeia neste sábado (17), no Paraguay.

    Como se fora o “cavalo paraguaio” da expressão pejorativa, o petista ‘empacou’ pelo caminho e não chegou à Assunção, reta final do histórico acordo de livre comércio fentre os dois blocos econômicos, ficando de fora da solenidade e da foto oficial do evento.

    A assinatura do acordo estava marcada para o dia 20 de dezembro de 2025, ano em que o Brasil era presidente do Mercosul. O evento em dezembro seria, então, realizado no Brasil, e não no Paraguay, como foi, país que assumiu a presidência do bloco a partir de 1º de janeiro de 2026.

    E por que mudaram a data da reunião de 2025 para 2026?

    Os extrema-direita Milei (Argentina) e Meloni (Itália) mexeram os pauzinhos entre eles, Macron etc. e “tiraram o pão da boca” do Barba (que se achava ‘o pai do acordo’), mudando a data do evento de dezembro para janeiro e transferindo, dessa forma, para o Paraguay, a reunião que seria no Brasil.

    O fato deixou o Barba ‘queimado, por não poder se aparecer, ‘na sua própria casa’, com seus insuportáveis discursos, filmagens, fotos etc., como sonhava fazer. Por isso, deve ter se sentido desprezado e não foi à reunião no Paraguay.

    Como “consolo”, vamos dizer assim, Barba recebeu, na sexta-feira (16), a passagem pelo Rio de Janeiro da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leven, que estava indo ao Paraguay para a assinatura do histórico acordo econômico (e que tem interesse nos minérios raros do Brasil).

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