
Moraes fingiu que ainda era relator e rejeitou os recursos
Carlos Newton
As autoridades costumam ocultar muitas informações de grande interesse público. Mas essa blindagem raramente funciona, porque quase sempre ocorrem vazamentos, nem todos se dedicam a ocultar a realidade. De uma forma ou de outra, a verdade acaba vindo à tona na imprensa.
Em 2025, durante vários meses a “Tribuna da Internet” noticiou que a condenação de Bolsonaro e de outros réus pela Primeira Turma teria de ser revisada pela Segunda Turma, caso houvesse apresentação de embargos infringentes, um recurso que possibilita absolver réus prejudicados por abuso de poder ou erros judiciários, em qualquer instância.
TUDO CONFIRMADO – Somente agora, já em 2026, está sendo confirmada a procedência das denúncias apresentadas pela “Tribuna”, e a grande imprensa começa a se movimentar. Porém, não há muito que acrescentar, por enquanto.
Os autos da Ação Penal 2.668, que condenou o ex-presidente Bolsonaro a 27 anos e três meses, serão enfim encaminhados ao presidente da Segunda Turma, que conduzirá o julgamento dos recursos que ainda podem ser apresentados, especialmente o habeas corpus pedindo a anulação das duas últimas decisões ilegais do ministro Alexandre de Moraes e a consequente libertação de Bolsonaro.
Conforme informamos aqui na “Tribuna da Internet”, desde 3 de dezembro Moraes estava impedido de atuar contra Bolsonaro, segundo o Regimento do Supremo.
FALSO RELATOR – Embora não pudesse mais participar da ação penal contra Bolsonaro, mesmo assim o ministro Moraes forçou a barra e se manteve como relator, desonrando o Supremo. Nessa falsa condição, no dia 19 de dezembro ele rejeitou ilegalmente os embargos infringentes, e depois, em 13 de janeiro, recusou também o agravo regimental apresentado.
Nessas duas decisões (ambas nulas de pleno direito), Moraes agiu monocraticamente e de forma liminar, sem levar os recursos a julgamento da Primeira Turma, como seria de se esperar.
O recesso do Supremo termina dia 3 de fevereiro, quando Edson Fachin reassume a presidência. E a grande expectativa agora é saber quem será o novo relator dos recursos de Bolsonaro na Segunda Turma: Dias Toffoli, Luiz Fux, Nunes Marques ou André Mendonça?
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P.S. – Conforme já explicamos aqui, a defesa de Bolsonaro precisa aguardar o fim do recesso, para apresentar o pedido de habeas corpus destinado a anular as duas decisões ilegais de Moraes e também para libertar Bolsonaro, que foi preso preventivamente antes do processo transitar em julgado. Ocorreu exatamente o contrário do caso de Lula da Silva, que em 2019 foi solto justamente porque sua condenação ainda não tinha trânsito em julgado, lembram? Se a defesa de Bolsonaro apresentar recurso durante o recesso, o ministro Gilmar Mendes, que ainda é presidente da Segunda Turma, simplesmente joga na lata do lixo, digamos assim. (C.N.)
Licença poética … tentativa …
STF
Antonio Carlos Rocha
Volto a lembrá-los
que Supremo
é o Tempero
do Frango
um prato delicioso
inigualável e outros “is”
rimando com
paixões e eleições…
Para a eclosão do ôvo ou seja, para o dia 31, faltam 9 dias e então:
“9 – O número do misterioso poder supremo.”
https://apocalipsetotal.wordpress.com/2011/08/02/9-o-numero-do-misterioso-poder-supremo/
Em:
https://apocalipsetotal.wordpress.com/2011/08/02/9-o-numero-do-misterioso-poder-supremo/
Heureca!
http://apocalipsetotal.blogspot.com/2008/09/o-nmero-do-misterioso-poder-supremo.html
(sábado, 28 de abril de 2007.)
“O que é comunismo ?
A Dialética: Fomentando a Revolução.”
“O conceito de dialética existe há muito tempo. É simplesmente o conceito das posições opostas: A tese (posição) versus antítese (posição oposta). Na lógica tradicional, se a minha tese é verdadeira, então todas as outras posições são, por definição, falsas. Por exemplo, se minha tese é que 2+2=4, então todas as outras respostas (antíteses) são falsas. George W. F. Hegel, filósofo alemão do século XIX, virou esse conceito de cabeça para baixo ao igualar a tese com a antítese. Todas coisas se tornam relativas. Não existe verdade absoluta a ser encontrada em algum lugar. Em vez disso, a “verdade” é encontrada na síntese, uma contemporização entre a tese e a antítese. Esta é a essência do processo do consenso.
Isto é diametralmente o oposto da cosmovisão judaico-cristã predominante no mundo ocidental por quase dois mil anos, que assegura que Deus existe, que Ele existe exteriormente à criação material e que o homem tem uma obrigação moral para com Ele e com Suas leis. Como Deus era visto como transcendente, a verdade era considerada absoluta e transcendente, fora da nossa capacidade de manipulá-la. Isso tudo mudou com Hegel, e o homem moderno nasceu. O homem agora podia desafiar qualquer autoridade e posição, até mesmo Deus. Como não existe essa tal verdade absoluta, “minha verdade” é tão boa quanto a “sua verdade”, então não me diga o que pensar nem como me comportar. Como Nietzsche, o filósofo do “Deus está morto” mais tarde diria, “Não há absolutamente nenhum absoluto.” Agora, 2+2 pode ser igual a 5, ou 17, ou o que você achar que está certo. (Dica: É por isso que nossas escolas fracassam. Todos os professores são certificados com base na obra de Benjamin Bloom. Ele disse “…reconhecemos o ponto de vista que a verdade e o conhecimento são apenas relativos e que não existem verdades muito rígidas que existam por todo tempo em todos lugares”).
Mais ou menos ao mesmo tempo que Hegel saia de cena, Karl Marx pegou a febre revolucionária. Ele se baseou fortemente em Hegel (dialética) e em Feuerbach (materialismo). Ele iniciou onde os outros filósofos deixaram a discussão, mas com uma diferença. Ele desdenhosamente declarou: “Os filósofos somente interpretaram o mundo de modos diferentes. A questão, no entanto, é mudá-lo.” MUDAR O MUNDO estava para se tornar o propósito do marxismo. Na interpretação marxista da realidade, Deus foi abandonado. Sozinho no seu universo, o homem deveria preencher o vácuo deixado pela religião com o materialismo. A religião era o inimigo de todo o progresso. Como ele escreveu em 1843, “A religião é o ópio do povo.” Sem estar mais preso em um relacionamento com seu Criador, a relação social do “homem com o homem” tornou-se o princípio de teoria de Marx. Segue-se que esses relacionamentos sociais, que necessariamente envolvem conflito, produzem as mudanças no progresso humano. Como as palavras de abertura do Manifesto Comunista anunciam: “A história de todas as sociedades que existiram até nossos dias tem sido a história das lutas de classes.” Observe o raciocínio dialético: o choque dos opostos produz síntese e mudança. O homem, liberto das restrições religiosas, levará a revolução (transformação via conflito) adiante até que todos sejam iguais em uma utopia criada pelos homens na Terra. Para esse fim, o Manifesto conclui, “Proletários de todos os países, uni-vos!”
Resumindo, o marxismo:
É Materialismo Dialético, ou, em termos mais simples: um processo de raciocínio voltado para o humano, excluindo Deus.
REVOLUÇÃO é a sua meta, “mudar o mundo”, Marx disse.
A MUDANÇA é de uma cosmovisão Teísta (Velha Ordem Mundial) para uma cosmovisão Humanista (Nova Ordem Mundial). O termo Nova Ordem Mundial foi um eufemismo popular para comunismo mundial durante anos. Os malucos da conspiração não o inventaram. Quando começou a tomar conotações negativos, foi trocado por um rótulo que soa melhor, Governança Global.
A mudança deverá ocorrer por meio de CONFLITO, (Crises/Problemas/Disputas).”
http://planetacaos.blogspot.com/2007/04/o-que-comunismo.html
Adendos, em:
“Tese X Antítese = Síntese.”
http://www.espada.eti.br/n1007.asp
O Ladravaz abriu as portas da tragédia anunciada….
Enamed: 4 em 10 médicos de curso privado se formam sem atingir proficiência…
https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2026/01/22/enamed-4-em-10-medicos-de-curso-privado-se-formam-sem-conhecimento-basico.htm?cmpid=copiaecola
Em suma:
Destrambelhadamente continuam a bagunçar o coreto, despudorada e multilateralmente e sob ordens superiores, pois para tanto sob laços e rédeas, enganosamente CEGOS, pois soberbamente alçados e LOCUPLETOS!
PS. Deixem de tropeçar! Acordem! Abrólhos!
“Os autos da Ação Penal 2.668, que condenou o ex-presidente Bolsonaro a 21 anos e três meses”.
Sr. Editor, salvo engano, foram 27 anos e três meses. Abs.
Gratíssimo, amiga Clô.
Este erro fui eu quem cometeu. É inimaginável tal condenação (27 anos), que só é aplicada em crime hediondo, coisa assim.
Fique de olho em nossos erros, porque não temos revisor aqui na Tribuna e você tem alma de jornalista.
Abs.
CN
É muita gentileza rsrsrs.
Abs.
Senhor Carlos Newton , pelo que se sabe Lula só foi libertado e reabilitado politicamente devido á mágica da tal ” TERRITORIEDADE ” jurídica criada pelo juiz do STF Edson Fachin e negociada entre as partes envolvidas , e não por sua condenação ainda não ter transitado em julgado .
Você está enganado, José Carlos. Lula foi solto em 2019, pela falta de trânsito em julgado no Supremo. A territorialidade só foi usada em 2021, para “descondená-lo”, limpar a ficha “imunda”, e possibilitar a candidatura.
Recordar é viver.
CN
Senhor Newton, bom dia. Eu respeito muito a opinião alheia, porque tenho as minhas também. Porém, desde há muito, eu noto que existe um “movimento” para desacreditar a nossa Suprema Corte, fazendo coro com os apoiadores do tal “Mito”, o qual esteve à frente de um dos mais desastrados governos que o país teve. Ser humano erra, sem dúvida e pode-se exemplificar e constatar o que aconteceu na Suprema Corte dos EUA. Agora, querer passar um pano em tudo que aconteceu antes, durante e após as condenações é querer que a bárbarie impere e as diversas facções aqui existentes tomem de vez o controle do país.
Concordo com você, Sidney. Não tenho a menor admiração por Bolsonaro, mas acho que ele, como qualquer um, deveria ser julgado na forma da lei, mas o fato é que está sendo massacrado. Apenas isso.
Forte abraço,
CN
…mas o fato é que está sendo massacrado. Apenas isso.
Sr. Carlos Newton, melhor ele ser massacrado do que uma nação inteira ser massacrada.
Antes ele do que nós!
Um forte abraço,
José Luis
P.S. Aliás, não tô vendo nenhuma massacre, ele está até com regalias demais pra quem quis ser um ditador.