
Aliados buscam Bolsonaro para destravar disputas
Juliana Arreguy
Bruno Ribeiro
Folha
Desde que foi transferido para a Papudinha, Jair Bolsonaro (PL) tem sido procurado por pré-candidatos que buscam a bênção do ex-presidente para se lançarem em seus redutos eleitorais, destravando acordos regionais.
Levantamento feito pela Folha mostra que, desde 15 de janeiro, quando foi transferido para a unidade prisional, Bolsonaro recebeu 27 pedidos de visitas além de advogados de defesa e de seu núcleo familiar direto. Do total, 17 são de nomes que disputarão as eleições de 2026, sendo 12 deles cotados ao governo estadual ou ao Senado, cargos tratados com prioridade pelo bolsonarismo.
PLANOS – O senador Carlos Portinho (PL-RJ), que busca a reeleição à casa legislativa, se encontrou com o ex-presidente na última quarta-feira (18). “Quero ouvi-lo. É importante, é fundamental, é o maior líder nosso da direita. Vou fortalecer minha pré-candidatura [ao Senado] e, se ele tiver outros planos, entender que planos são esses, qual é a estratégia e me posicionar depois de refletir”, disse ele à reportagem antes da visita.
No Rio, além de Portinho, também são cotados como candidatos dois de seus correligionários: o atual governador Cláudio Castro, que está em seu segundo mandato e não pode mais se reeleger, e o deputado federal Hélio Lopes, que visitou Bolsonaro no último dia 7. Lopes é próximo do clã Bolsonaro e tem o nome defendido pelo senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro.
SINALIZAÇÃO – O empreiteiro Renato Araújo, que supervisionou a reforma da casa do ex-presidente em Angra dos Reis e que já havia recebido sinalização de apoio de Bolsonaro para concorrer à Câmara, também fez um pedido de visita, além do deputado estadual licenciado Anderson Moraes, que ocupa uma secretaria no governo Cláudio Castro, no Rio de Janeiro, mas deve se descompatibilizar e também tentar se eleger deputado federal.
Cenários de outros oito estados têm sido levados ao ex-presidente, segundo apurou a Folha: Paraíba, Rondônia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.
Em 2026, a eleição será para duas das três cadeiras do Senado. Aspirante a uma das vagas pelo Rio Grande do Sul, o deputado federal Ubiratan Sanderson deve discutir a situação com Bolsonaro no sábado (21). No estado, há mais dois nomes da direita cogitados: o deputado Marcel Van Hatten (Novo) e o senador Luis Carlos Heinze (PP).
APOIO – “Além de dar um abraço e emprestar todo meu apoio a ele, a questão política eleitoral do Rio Grande do Sul certamente será tratada. Sou o candidato ao Senado indicado por ele, em junho do ano passado, e a candidatura deve ser confirmada (ou não) por ele”, disse Sanderson à Folha.
Pré-candidato ao Governo de Goiás, o senador Wilder Morais foi à Papudinha no último sábado (14). Mesmo contando com o aval da cúpula do PL para a eleição, ele busca um apoio nominal de Bolsonaro, que possui boas relações com o atual governador, Ronaldo Caiado (PSD), e com o grupo político dele no estado. O ex-presidente deverá receber ainda o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que tem sido cotado ao governo mineiro por Flávio Bolsonaro.
Em março, será a vez do senador Wellington Fagundes (PL-MT) discutir sua candidatura ao Governo de Mato Grosso, já que, até então, Bolsonaro e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, estavam mais inclinados a apoiar o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
DIÁLOGO – “Será um momento de diálogo e alinhamento dos próximos passos para o futuro de Mato Grosso e do Brasil, ao lado do nosso capitão”, escreveu Fagundes no Instagram.
Afilhado político do ex-presidente, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é um dos aliados que já esteve com Bolsonaro desde a transferência para a Papudinha. Na reunião, Tarcísio defendeu o lançamento de uma candidatura de centro para o Senado, já que uma das vagas foi acertada para o deputado federal e ex-secretário estadual de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PP).
Segundo aliados, o governador argumentou que, embora Derrite atenda ao eleitorado bolsonarista, é necessário apresentar um nome moderado para não perder votos para a esquerda, que também tem buscado candidatos mais ao centro.
VISITA – O próprio Derrite pediu uma visita ao ex-presidente. O pedido ocorreu no dia 13, depois da conversa entre Bolsonaro e Tarcísio. O ministro Alexandre de Moraes, relator da trama golpista no STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu duas horas de visita ao deputado, das 8h às 10h da próxima quarta-feira (25) . No mesmo dia da visita de Tarcísio, Bolsonaro também discutiu as eleições de Rondônia com o pecuarista Bruno Scheid, que é pré-candidato a senador pelo estado.
Outro cenário debatido pelo ex-presidente, segundo pessoas próximas, foi o da Paraíba. Líder da oposição na Câmara, o deputado Cabo Gilberto Silva (PL) discutiu com Bolsonaro no último dia 7 a possibilidade de se candidatar ao Senado pelo estado, ainda de acordo com aliados. “Escutei todas as determinações do presidente Bolsonaro para o nosso comportamento na Câmara Federal, bem como ajuda ao povo brasileiro para sairmos dessa triste situação”, disse ele em vídeo divulgado nas redes sociais após o encontro.
SEM RESPOSTA – Moraes deixou dois pedidos de visita sem resposta: um do empreiteiro Renato de Araújo Corrêa, que quer se candidatar a deputado federal ou estadual pelo PL do Rio de Janeiro, e outro da deputada Júlia Zanatta (PL-SC), pré-candidata à reeleição, que alegou uma vistoria institucional para verificar as condições da Papudinha.
O ministro negou, até o momento, dois pedidos: o de Valdemar Costa Neto, por também ser investigado na trama golpista, e o do senador Magno Malta (PL-ES), por ter tentado entrar na prisão sem autorização.
Valdemar, enquanto presidente nacional do PL, depende de terceiros para discutir a situação eleitoral do partido com Bolsonaro. Já Magno Malta passou a ser avaliado por Flávio Bolsonaro como possível candidato ao governo do Espírito Santo.
O software, sob especial vigilância de Elon
Musk, fixará o pêndulo petista nos reals 17%, ora pois diria Nhô Victor, meu saudoso avô materno e por falar nele, lembro-o corajosa, civica e históricamente, conforme:
“O Refúgio entre Sacos de Areia: A Casa de Victor Soares de Carvalho
No coração da antiga Santa Cruz de Canoinhas, entre os anos de 1905 e 1908, a Rua Paula Pereira viu erguer-se não apenas uma residência, mas um posto avançado de coragem e humanidade. Ali, o comerciante e contabilista Victor Soares de Carvalho, vindo de Araquari, estabeleceu o seu destino e o de sua família, em uma casa que se tornaria silenciosa testemunha do maior conflito fratricida do sul do Brasil: a Guerra do Contestado.
A estrutura era o retrato de uma época de trabalho e pioneirismo. Ao lado da moradia, o galpão de beneficiamento de erva-mate exalava o aroma da produção que Victor exportava para o exterior. Contudo, com o estalar dos primeiros tiros da guerra, o cenário de progresso deu lugar ao de sobrevivência.
A Cozinha como Trincheira
Enquanto o Exército e os revoltosos se enfrentavam nas faldas da Pedra Branca e às margens do Rio Piedade, Victor recusou-se a abandonar o seu posto. Sua casa transformou-se em um labirinto de cautela. Para atravessar as noites de fogo cruzado, ele não buscava o conforto do leito, mas o chão da cozinha nos fundos. Ali, entre sacarias de areia estrategicamente empilhadas, ele criou uma trincheira particular, um abrigo à prova de balas onde o sono era vigiado pelo medo e pelo dever.
Um Homem entre Dois Mundos
A posição de Victor era tão estratégica quanto perigosa. Comerciante nato, ele via o conflito por um prisma de profunda compaixão. Durante o dia, fornecia víveres ao Exército; à noite, sob o manto do silêncio, estendia a mão e o mantimento aos “revoltosos” — homens que ele e seu filho, Aloysio, não chamavam de jagunços, mas de heróis injustiçados.
Para Victor, aquelas paredes de madeira protegiam mais do que mercadorias; protegiam uma visão de mundo. Ele via nos colonos a resistência legítima contra a exploração da empresa estrangeira Lumber, que devastava as matas e incendiava lares. Sua casa era o ponto de equilíbrio em um território desequilibrado pela fome e pela violência.
O Legado de Pedra e Memória
A casa na Rua Paula Pereira, situada a poucos metros da futura Praça Lauro Müller, deixou de ser apenas uma construção para se tornar um símbolo histórico. Foi dali que Victor testemunhou a agonia dos vencidos e a soberba dos vencedores.
Hoje, o relato minucioso de seu filho Aloysio permite que as paredes dessa antiga residência voltem a falar. A casa de Victor Soares de Carvalho não foi apenas um endereço comercial; foi um santuário de resistência, onde um homem comum, protegido por sacos de areia e por uma ética inabalável, escolheu permanecer no “olho do furacão” para não abandonar a terra que escolheu para viver.”
https://www.facebook.com/share/p/1CX4VA71j1/
Retrato de Banânia: um ex-presidiário na presidência e um presidiário tecendo o futuro do cabaré.
“A Armadilha da Dívida.”
“Isso nos leva a uma amarga ironia. Enquanto o cidadão comum não consegue comprar bens de consumo básicos, o governo continua a contrair empréstimos. O FMI e os credores internacionais continuam a despejar bilhões em um navio com o fundo do poço. Por que o FMI continua a emprestar a um país altamente endividado e incapaz de demonstrar onde o dinheiro é gasto? Esses empréstimos não constroem escolas ou hospitais; eles lubrificam a máquina de um regime decadente, deixando para a próxima geração a herança de uma dívida que jamais assinaram.”
https://www.henrymakow.com/
É isso aí: um dia o preso doente e fraco precisa de socorro médico urgentíssimo; noutro dia ele se esquece das feridas, dá aval eleitoral e reorganiza a direita. para 2026′! Isso cheira mal!
E a covid era realmente um resfriadozinho?!
A MENTALILDADE CRISTÃ EVANGÉLICA TEOCRÁTICA BOLSONARISTA COLOCA A INTELIGÊNCIA HUMANA NO NÍVEL DE ATILAMENTO DOS VERMES DE LATRINA. Foi o método científico fundamentado em raciocínio lógico, analítico, observacional, indutivo, dedutivo, criterioso, intensivo, extensivo, comprovável, reproduzível, conclusivo, etc., que salvou a humanidade de 500 mil anos de vida brutal, animalesca, selvagem, da ditadura feroz da natureza, perigosa, mortal, implacável, seja de fracos ou fortes, presas ou predadores, já que ser vivo algum jamais escapou das atrocidades implacáveis do ambiente natural. Cabe já salientar que os efeitos colaterais do paraíso científico tecnológico criado pela Ciência que tanto prejudicam o meio ambiente é culpa da velha bestialidade irresponsável do Homem, como, por exemplo, a explosão demográfica de quase 100 anos entre os pobres e miseráveis do mundo, apesar dos métodos científicos de planejamento familiar colocados à disposição da humanidade a partir do começo da década de 1960. Uma das causas bestiais, inexplicáveis, incompreensíveis, do absolutismo religioso cristão, de sua arrogância, megalomania, prepotência, intolerância, preconceito, escravagismo teocrático ou estatal cristão, guerras e carnificinas religiosas infinitas, é a fé cega, irracional, de seus seguidores a partir de uma idade de trevas absolutas em relação a todo e qualquer conhecimento científico da natureza, da fauna, flora, micróbios, rios, mares, astronomia, etc. A ignorância dos cristãos era absoluta e assim permanece até hoje. A perseguição e morte dos cristãos que desde suas primeiras horas eclesiais foi resultado das ofensas e hostilidades dos cristãos contra todas as demais religiões, inclusive do judaísmo, sua religião mãe! Todavia, os chamados ‘’mártires’’ do cristianismo ou inocentes úteis, gado, massa de manobra, bois de piranha, milagrosamente fortaleceram o movimento cristão, todavia muito mais por ódio de Roma do que outra coisa qualquer. Uma das bestialidades tanto das religiões pagãs quanto do cristianismo primitivo, medieval, moderno e atual sempre foi massacrar a religião rival por alguma peste populacional dizimadora. Romanos massacraram cristãos nas arenas acusando-os de terem provocado a ira dos deuses com o crescimento de sua popularidade. Cristãos massacraram judeus, enterrando-os vivos, inclusive, por ocasião de pestes durante esses quase 2 mil anos de poder teocrático, eclesiástico e eclesial, após o reconhecimento do Imperador Constantino, único, grande, e mais poderoso criador do cristianismo! A maior, mais apavorante, mais alarmante, mais arrepiante irracionalidade anticientífica, irracional, bestial, animalesca, dessas aberrações sanguinárias da fé cristã se deve ao fato de que uma simples conjectura científica teria evitado as maiores barbaridades religiosas, principalmente a criação dos deuses e das religiões pelo próprio Homem, sua principal vítima! Eis um exemplo muito simples: Se Jeová, criador supremo de tudo e de todos, não tivesse criado os microrganismos não teria acontecido uma só peste, praga, epidemia, pandemia, etc., para dar origem a apocalipses sanguinários de antagonismo religioso! Jeová não previu os resultados catastróficos, calamitosos, de sua criação? Esse criador bíblico monstruoso, esse Leviatã diabólico, não se responsabiliza por coisa alguma? LUÍS CARLOS BALREIRA. PRESIDENTE MUNDIAL DA LEGIÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA