Violência nas favelas, alívio no colarinho branco: a contradição exposta no PL

3 thoughts on “Violência nas favelas, alívio no colarinho branco: a contradição exposta no PL

  1. Vamos a matéria e deixamos as churumelas.

    A contradição do PL, do Tracínico e do Castro evidenciadas no artigo do Otávio Guedes são avassaladores.

    Esses membros da direita extremada, votam para beneficiar governadores, protegem as empresas sonegadores e que lavam dinheiro , votam no Congresso contra Leis que apertam o cerco aos criminosos, sonegadores. Em contrapartida, evidenciando movimentos eleitoreiros, vão para a galera em busca de votos e likes, apoiando a execução sumária dos traficantes, comandada pelo governador Castro nas pesquisas. Certo vc é, que parcelas significativas da população apoia a execução, seja em confronto com os policiais ou não.
    Essa guerra não tem vencedor. Os traficantes exorbitaram na matança de inocentes no asfalto e nas favelas, impondo o terror através das armas e do controle comercial da Internet, do Gás, da Eletricidade, da Água, dos bares e restaurantes e até da compra, venda e aluguéis de imóveis. Tornou-se um Poder paralelo.
    Políticos da Direita e da Esquerda, não se import com os moradores, querem é os votos dos eleitores.

    Cláudio Castro precisa explicar, a escolha de comandantes de batalhões e chefes das delegacias, indicados por membros da ALERJ. É uma clara abdicação da discricionariedade do governador, que repassa para o Legislativo, a função do Executivo.

    Tarcínico, que não controla o PCC em São Paulo, organização mais poderosa do que o Comando Vermelho, não tem moral para dar pitaco em nada sobre o Rio de Janeiro. Deveria fazer a parte dele no controle da criminalidade da Paulicéia desvairada, ao invés de perder tempo indo toda semana visitar Bolsonaro, o presidente da Câmara e do Senado, congressistas da direita, pressionando pela Anistia, mas, mantendo Bolsonaro inelegível, para ser alçado a novo queridinho da Direita absorvendo o espólio de Bolsonaro a contragosto do filho 03, Eduardo Bolsonaro.

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