
Trump reduz tarifas que atingem café, carne bovina e frutas
Pedro do Coutto
A decisão de Donald Trump de reduzir as tarifas sobre produtos brasileiros como carne bovina, café, frutas tropicais e suco de laranja representa uma vitória parcial — mas politicamente relevante — para o governo Lula.
Depois de meses de tensão causada pelo tarifaço americano, que havia elevado impostos de importação para até 50% e ameaçava diretamente setores cruciais do agronegócio brasileiro, o recuo de Washington trouxe um alívio imediato tanto para produtores quanto para exportadores.
RESTRIÇÕES – O suco de laranja, por exemplo, um dos produtos mais afetados pela taxação e responsável por cerca de US$ 1 bilhão anuais em vendas para os EUA, deixa de sofrer a restrição extrema que limitava seu consumo no mercado americano. A mesma lógica vale para o café, para a carne bovina e para as frutas tropicais, que voltam a competir com mais equilíbrio dentro de um dos maiores mercados consumidores do mundo.
Na prática, Trump retirou diversos produtos da tarifa de 50%, recolocando-os na alíquota base de 10%, o que devolve previsibilidade às operações e reduz o impacto imediato no fluxo de comércio.
Mesmo sendo um alívio parcial, o gesto tem efeitos políticos significativos. Para Lula, o recuo americano serve como demonstração de capacidade diplomática em um ambiente global marcado por disputas comerciais agressivas. É também uma vitória simbólica contra o discurso de grupos internos que apostavam na ideia de que apenas uma postura submissa a Washington traria benefícios ao Brasil — muitos dos quais chegaram a erguer bandeiras dos Estados Unidos em manifestações domésticas, como se um alinhamento automático fosse suficiente para garantir vantagens econômicas.
FLEXIBILIZAÇÃO – Nesse episódio, o que se viu foi justamente o oposto: foi a insistência diplomática brasileira, aliada à pressão sobre o governo americano — que enfrenta aumento de preços internos e descontentamento do consumidor — que abriu espaço para a flexibilização tarifária.
Ainda que não resolva tudo, o desfecho mostra a essência da política internacional: raramente se conquista tudo de uma só vez; avança-se por etapas, acumulando pequenos ganhos que, somados, produzem efeitos concretos. Há muito a ser negociado, ajustado e redefinido entre Brasil e Estados Unidos, especialmente em um cenário de volatilidade econômica e forte carga eleitoral nos dois países.
Mas o movimento de Trump, ainda que limitado, reposiciona o Brasil com mais vantagem no tabuleiro comercial e oferece a Lula uma narrativa politicamente valiosa — a de que, mesmo em tempos difíceis, a diplomacia ainda funciona, e que resultados reais podem surgir mesmo quando a vitória, à primeira vista, parece apenas parcial.
“O dinheiro, é a raiz de todos os males!”
Oras pois, Efraim, é a “tribo” envolvida com sociedades secretas e aos que à elas “arregimentaram-se”, desprezando seus dons divinos gratuitos e “trocando-os, avançaram” ANULANDO-SE, ocupando e revesando-se em todos os patamares, nada executando como solucionadoras boas-obras e mostrando-se um peso social, pela farinha pouca, seu pirão primeiro!
Recado do Altíssimo, para os adoradores das “coisas egípcias”, cacarejantes caóticos e baderneiros “alçados” e ávidos ocupantes das “primeiras poltronas!
“Quanto a Efraim, a sua glória como ave voará, não haverá nascimento, não haverá gestação nem concepção.
Ainda que venham a criar seus filhos, contudo os privarei deles para que não fique nenhum homem. Ai deles, quando deles eu me apartar!
Efraim, assim como vi a Tiro, está plantado num lugar aprazível; mas Efraim levará os seus filhos ao matador.
Dá-lhes, ó Altissimo; mas que lhes darás? Dá-lhes uma madre que aborte e seios secos.
Toda a sua malícia se acha em Gilgal, porque ali os odiei; por causa da maldade das suas obras lançá-los-ei para fora de minha casa. Não os amarei mais; todos os seus príncipes são rebeldes.
Efraim foi ferido, secou-se a sua raiz; não darão fruto; sim, ainda que gerem, matarei os frutos desejáveis do seu ventre.
O Altíssimo os rejeitará, porque não O ouviram, e errantes andarão entre as nações.”
Oséias 9:11-17
“Gilgal” significa literalmente “círculo de pedras eretas”!
https://terrasantaviagens.com.br/blog/a-historia-por-tras-de-gilgal/
Adendos, em:
https://www.espada.eti.br/papado-obeliscos.asp
Aqui no Brasil a imprensa não fala nada , mas vazou vários e-mails do caso Epstein. Tem um que fala que o Trump caiu de boca na mandioca do Clinton.
https://www.youtube.com/watch?v=k7gMekZerdI
Tem nada a ver com negociação
Na ordem executiva para reduzir as tarifas, Laranjão não se referiu a nenhum país especificamente, muito menos o Brasil, e disse que a decisão foi tomada globalmente após considerar informações sobre o andamento das negociações com vários países, a demanda interna e a capacidade doméstica de produção de alguns produtos.
Decisão de redução do Laranjão foi no pacote.
“Lula é muito mais esperto do que vocês pensam. O Lula não tem caráter, ele é um oportunista”, afirmou “com todas as letras” o falecido sociólogo Chico de Oliveira, um dos fundadores do PT, numa bombástica entrevista ao programa Roda Viva.
Queremos ajudar o país. Portanto, ..
O cenário segue difícil, diz Abrafrutas – Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados. “Nossa situação continua complicada. A tarifa recíproca que foi reduzida poderia nos aliviar, mas a gente ainda não teria uma análise profunda. Temos que ver ainda quais outros países foram contemplados” explicou Eduardo Brandão, em entrevista à CNN Brasil.
Curtinhas
PS.: ROUBANDO APOSENTADOS E PENSIONISTAS
Relator suspeita que mais R$90 bilhões foram roubados dos aposentados em consignados.
PS. 02: DEU PIZZA
Nomeado por Lula, o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto recebia até R$250 mil de propina por mês, aponta a Polícia Federal. Até uma pizzaria fazia parte da estrutura de pagamentos à custa de idosos.
(Coluna Cláudio Humberto)
P S. 03: NARCOTRAFICANTES
Narcotraficantes são pessoas que participam do tráfico de drogas, negociação ilegal de substâncias que causam dependência, atuando no mercado clandestino de cultivo, fabricação, distribuição e venda de entorpecentes proibidos por lei.
Lewandowski disse que “uma coisa” é terrorismo, “outra coisa” são as facções criminosas. “Terrorismo envolve sempre uma nota ideológica. É sempre uma atuação política e uma repercussão social com atentados esporádicos. Agora, as facções criminosas são constituídas por grupos de pessoas que, sistematicamente, praticam crimes que estão capituladas na legislação do país.
PS 04: SALÁRIO MILIONÁRIO DE DONA DILMA
Salário milionário e casa nova na China: a rotina de Dilma nos Brics. Sete anos após ter sido afastada da Presidência, Dilma Rousseff comanda o Novo Banco do Desenvolvimento (NDB), instituição financeira criada em 2014 pelos Brics — o bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Dona Dilma recebe cerca de US$ 500 mil (R$ 2,6 milhões) por ano à frente da instituição, equivalente ao valor pago pelo Banco Mundial.
PS. 05: UM VICE QUE NÃO VIU NADA
Impressionante. Foram tantas acusações sobre o criativo e impossível golpe de Estado no Brasil, que causa espanto saber que Bolsonaro não estava no país e seu vice discursou até na TV, com voz empostada, diante da consumada transição de poder.
O curioso é que nunca foi encomodado em nada. Nada viu nem muito menos lhe foi perguntado.
PS. 06: QUE FIM LEVOU G DIAS ?
Sim, aquele que estava percorrendo alas do palácio, observou a destruição promovida por golpistas e, em determinado momento, aponta o caminho para sair do andar onde fica o gabinete presidencial.
PS. 07: SUMIRAM IMAGENS DO 8 DE JANEIRO
O “sumiço” das imagens do Ministério da Justiça gerou polêmica e críticas por parte de parlamentares da oposição na CPMI, que questionaram se houve omissão ou incompetência na custódia das provas.
O então ministro da Justiça, Flávio Dino, argumentou que a perda das imagens se deu por um problema contratual e que todas as imagens úteis e disponíveis foram entregues às autoridades competentes.
Como diria um personagem de Jô Soares: “Fica vermelha, cara sem vergonha”
Errata
PS. 05: UM VICE QUE NÃO VIU NADA
Impressionante. Foram tantas acusações sobre o criativo e impossível golpe de Estado no Brasil, que causa espanto saber que Bolsonaro não estava no país e seu vice discursou até na TV, com voz empostada, diante da consumada transição de poder.
O curioso é que nunca foi INCOMODADO em nada. Nada viu nem muito menos lhe foi perguntado.
Blecaute, em “General da Banda!”
Donald Trump cedeu na redução de tarifas, de 50 por cento para 40 por cento, portanto 10 por cento de alívio aos exportadores do Brasil, das commodities: café, laranja, banana, manga, etc…, porque os preços dessas commodities subiram muito nos EUA e afetaram a popularidade do ogro, em queda livre.
O desespero de Trump é total. Perdeu as eleições na Virgínia em Nova Jersen para candidatos democratas e a prefeitura de Nova Yorque. Também está atolado até o pescoço no escândalo sexual do caso Epstein.
Para conter os danos e mudar os ventos internos contrários a ele, Donald Trump planeja uma invasão a Venezuela , a antiga tática de desviar a atenção do povo. A vida não está fácil para o milionário presidente, que dá sinais de cansaço, enfado é uma ponta de senilidade, presente na confusão mental, evidenciadas nas suas entrevistas com Chefes de Estado.
Hahaha… Gzuis! Que vitória teve? O Brasil saiu pior do que estava antes, que povo ridículo.