
Uso de uma smart TV criaria dificuldades de fiscalização
Mariana Muniz
O Globo
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se contra o pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para ter acesso a uma smart TV durante o cumprimento de pena na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. Para a PGR, a autorização não é razoável porque a conexão permanente à internet inviabilizaria o controle das proibições impostas pela Justiça, como o acesso a redes sociais e a comunicação com terceiros não autorizados
“Quanto ao pedido de acesso a aparelho de Smart TV, a medida não se afigura razoável. A conexão permanente à rede mundial de computadores inviabilizaria o controle sobre as proibições de acesso a redes sociais e a comunicação com terceiros não autorizados” disse Gonet.
DIREITO À INFORMAÇÃO – A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ainda deve decidir sobre as medidas. Ao fazer o pedido, a defesa de Bolsonaro alegou que o aparelho serviria apenas para o acompanhamento de notícias, invocando os princípios do direito à informação e da dignidade da pessoa humana. Segundo os advogados, não haveria intenção de uso para redes sociais ou contatos externos.
Para o procurador-geral, no entanto, o uso de uma smart TV criaria dificuldades práticas de fiscalização. “O acompanhamento de notícias, por sua vez, poderá ser viabilizado por outros meios que não comprometam as determinações judiciais nem a disciplina interna do estabelecimento”, afirmou Gonet no parecer.
No documento, Gonet aponta que uma eventual alternativa seria o acesso à TV a cabo, desde que tecnicamente viável e restrita a canais que não permitam qualquer forma de interação direta ou indireta com terceiros, além de custeada integralmente pelo próprio sentenciado
ASSISTÊNCIA RELIGIOSA – Apesar da negativa quanto à smart TV, o parecer é favorável a outros pedidos feitos pela defesa de Bolsonaro. A PGR concordou com a autorização para assistência religiosa, permitindo a visita dos líderes religiosos Robson Rodovalho, fundador da igreja Sara Nossa Terra, e do pastor Thiago de Araújo Macieira
Manzoni, desde que observadas as normas da Polícia Federal e com finalidade estritamente espiritual. Também deu aval para o início de atividades de remição de pena pela leitura, nos termos da Lei de Execução Penal e de resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Debochou dos que morriam por falta de ar na pandemia e agora quer “smart tv” cara pálida? Ta mal !!! Kkkkk! Nem merecia ir com escolta ao DF Star D’Or mas sim ao hospital de base. Está igual ao Al Capone; preso por conta da obra e pego por motivo qualquer. O fujão nem estava no Brasil no dia do quebra quebra.
Covarde e burro pra piorar.
Ele nem sabe mexer numa “smart tv” sem ajuda. Tá querendo demais. Assim como Lula, não vai ler nada. Vai embromar. Não é chegado a um livro.
O Bozo está sendo torturado pelos psicopatas a serviço do cartel de ladrões e traficantes PT-STF-PCC, enquanto os vermes debocham do seu martírio.
MASTER
REAG
E o Brasil não reage.
“Se eu errar o PT volta”
Assim disse Bolsonaro.
E o PT voltou com tudo.
E errou para carajo!
É um estrume!
Verme!
José Luis
E voltou com o Supremo, com tudo….
eh!eh!eh