
Charge do Jean Galvão (Arquivo do Google)
Deu no G1
Os novos critérios estabelecidos na última quarta-feira (25) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para o pagamento das verbas indenizatórias – chamadas de “penduricalhos” – e do adicional por tempo de serviço para os juízes e os integrantes do Ministério Público levarão a uma economia de R$ 7,3 bilhões em 12 meses.
O cálculo foi apresentado pelos ministros relatores das ações que tratavam do pagamento de verbas acima do teto constitucional, fixado atualmente em R$ 46.366,19. Segundo o voto conjunto dos ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, as diretrizes farão com que o Poder Judiciário e o Ministério Público deixem de gastar R$ 560 milhões por mês.
VIGÊNCIA – Desse total, R$ 326 milhões estão relacionados a 19 mil juízes e R$ 240 milhões a 13 mil membros do MP. A tese aprovada pelos ministros terá vigência a partir do mês-base abril de 2026 para a remuneração referente ao mês maio de 2026, até que o Congresso Nacional aprove lei sobre o assunto.
Foram autorizados alguns pagamentos indenizatórios, até o limite de 35% do valor do teto constitucional, correspondente ao valor da remuneração dos ministros do Supremo. Isso significa que os penduricalhos podem chegar a até R$ 16.228,16.
TEMPO DE CARREIRA – O STF liberou ainda o benefício por tempo de carreira, também limitado a 35% do teto constitucional. Na prática, somando os dois tipos de verbas, foi permitido o pagamento de até R$ 32.456,32 mais o salário mensal, podendo chegar a R$ 78.822,32.
Eles também fixaram que esses valores serão padronizados e seguirão a regras de transparência detalhadas em resolução conjunta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Qualquer um que tenha um mínimo de esclarecimentom, sabe que isso é obrigaçaõ do Legislativo..
O Judiciário tapa buraco na ausência do orgão responsável.
Mas conhecemos os vagabundos,eternamente no cio, que atacam o STF.
CPMI do INSS morreu, sem choro nem vela
Desde o início, e ao longo de sete meses de vida, a CPMI não deu mostras de estar efetivamente preocupada com os milhões de aposentados e pensionistas roubados por uma quadrilha de larápios de diferentes quilates. O que de fato interessava era o jogo político.
É tudo tão lamentável, desprezível, mas o pior é o descompromisso da CPMI, e, portanto, do Congresso, com as vítimas de um crime tão vil, que se repete há décadas e vai continuar se repetindo.
Aliás, o INSS usou bilhões de reais do Tesouro (ou seja, do contribuinte) para ressarcir essas vítimas. E os criminosos (os ladrões), vão “contribuir”?
Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 28/03/2026 | 20h00 Por Eliane Cantanhêde
Será que os ministros do STF aprovariam alguns penduricalhos para o trabalhadores que ganham o salário mínimo?
Auxilio ovo frito, auxilio goiabada, auxilio cueca nova e auxilio vergonha na cara para deixar de votar em ladrão.
Não nos iludamos , já existe um acordo entre os poderes ” Legislativo x Judiciário x executivo ” , onde um cria os benefícios ou seja , ” propinas , subornos e cala – bocas ” institucionalizadas e os estende aos demais poderes , sendo que o judiciário os legitima , dando-lhes aspectos legais .