
Ciro disse que ideia precisa ser amadurecida
Deu na Folha
O deputado federal Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, convidou nesta terça-feira (14) Ciro Gomes (PSDB-CE) a ser candidato a presidente pelo partido em outubro.
Na abertura da reunião nacional do PSDB, realizada na Câmara dos Deputados, Aécio fez a proposta a Ciro, que está no PSDB desde outubro. Trinta e seis anos atrás, Ciro foi o primeiro governador eleito pelo então recém-criado partido, no Ceará. O PSDB é de 1988.
“NOVO PLANO REAL” – Para Aécio, a eleição está longe de estar definida. Para ele, o país talvez precise “quase que de um novo Plano Real” para se atualizar em relação às mudanças nas áreas do trabalho, economia e desenvolvimento —entre outras. A situação o levou a convidar Ciro, após conversa com Marconi Perillo e outros tucanos.
“Não encontro hoje no quadro político nacional alguém com tantas qualificações, tão atualizado em relação à realidade brasileira e com tanta contribuição a dar ao Brasil”, disse Aécio sobre Ciro Gomes.
Após convite, Ciro prometeu amadurecer a ideia “com muito respeito”. “Minha angústia com o Brasil não me permite descartar pura e simplesmente [a candidatura à Presidência], e o meu respeito e os meus deveres com o Ceará também não me permitem aceitar prontamente o desafio”, disse.
SEM PRAZO – Questionado, ele não deu prazo para decidir em relação ao convite. Como não ocupa nenhum cargo público no momento, ele não precisa se desincompatibilizar para concorrer ao cargo. Para isso, basta que o PSDB registre seu nome junto à Justiça Eleitoral até 15 de agosto.
O PSDB espera disputar sete governos de estado em 2026. Apesar disso, o partido não deve ter nomes em praças historicamente importantes para sigla, como São Paulo. Aécio admitiu que o quadro atual “ainda não é o suficiente pela responsabilidade” que a legenda entende ter no cenário político do país.
PASSAGENS – Ciro tem 68 anos. Atual presidente do PSDB no Ceará, ele esteve entre os fundadores do partido e, depois, passou por siglas como PSB e PPS. Na última disputa presidencial, ele concorreu pelo PDT e ficou em quarto lugar. Foi sua quarta candidatura frustrada ao Planalto.
As articulações de Ciro no Ceará envolveram aproximação com PL. Pré-candidato ao governo estadual, ele buscou o apoio do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro para a empreitada, mas se tornou alvo de críticas por parte da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que apoia Eduardo Girão (Novo) para o cargo.
Ciro Gomes tiraria mais dos já desmilinguidos votos de Barba.
A fila do INSS é resultante do desastroso governo Barba
O problema do governo Barba chama-se péssima gestão
Atropelado por pesquisas amargas, o governo demitiu o presidente do INSS e atribuiu a iniciativa à lentidão do instituto para reduzir o tamanho da fila de segurados que esperam pelo atendimento de seus pleitos. Conta outra.
Em 2023, quando Barba chegou ao Planalto, a fila era de 1,2 milhão de pessoas, e o presidente chamou-a de “vergonhosa”. Em março de 2026, no governo petista, ela tinha 2,8 milhões de vítimas.
As pesquisas estão amargas porque o governo não tem uma marca e, para piorar, é ruim de gestão. No caso da fila do INSS, esse defeito da máquina atinge sobretudo o andar de baixo. Estimando que cada segurado irradie seu descontentamento a outras três pessoas, a inépcia atingiu mais de 8 milhões.
Durante todo o Barba 3.0 não houve um só dia em que ficou abaixo da “vergonhosa” marca deixada pelo ex-mito. Tudo que o governo ofereceu foram promessas descumpridas.
A primeira delas veio do então ministro Carlos Lupi, prometendo um mutirão para reduzi-la. Com seu palavrório, Lupi disse:
— Estamos criando uma rede integrada para garantir a cidadania de mais de 37 milhões de beneficiários da Previdência. E os sindicatos são parceiros essenciais, pois estão na ponta dialogando e auxiliando os trabalhadores que contribuem para ter a proteção social.
Alguns sindicatos foram “parceiros essenciais” para roubar os aposentados com descontos fraudulentos.
Passados alguns meses, sumiram 224 mil pessoas da fila. Era um truque estatístico, e culparam-se as vítimas. Os segurados que recorriam de uma negativa formariam uma segunda fila. Falso: se as duas filas fossem somadas, o que seria impróprio, a fila única seria de 3,28 milhões.
Em novembro de 2023 foi criado um programa milagroso, o PEFPS, ou Programa de Enfrentamento à Fila da Previdência Social. Os números mostram que, no ano do enfrentamento, a fila cresceu com cerca de 800 mil segurados, para 2,3 milhões de vítimas.
A má gestão da fila foi produzida por uma mistura de onipotência com descaso. O descaso é um velho problema da burocracia.
Se a Bolsa cai, afetando o andar de cima, o governo se mobiliza. Se a fila do INSS dobra de tamanho, é falta de sorte das vítimas. Pela sabedoria convencional, elas fazem parte de um tradicional eleitorado cativo de Lula e do PT. Engano, e as pesquisas mostram isso.
Até a tabulação das pesquisas, o problema da fila do INSS foi assunto do andar de baixo. Não há hierarcas de Brasília nessa fila.
Barba completou três anos de governo com a inépcia mostrando seu rosto. Ao fim de 2023, o número era ruim, mas não assustava, pois, de 1,2 milhão, ela cresceu para 1,6 milhão — 2025 foi o ano da ruína, pois ela chegou a 2,3 milhões de segurados.
A troca do presidente do INSS a seis meses da eleição é pura marquetagem para dar a impressão de que o governo olha para o vergonhoso problema. Tripudiando sobre o burocrata demitido, o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, foi cruel:
— Ele não atacou o problema central da fila. A fila estava escalando, estava aumentando, sem controle.
Fonte: O Globo, Governo, Opinião, 15/04/2026 00h05 Por Elio Gaspari
Amigão,
Tem como trocar “Barba” por “Ladrão.??
acho que fica “mais melhor de bom”…
aquele abraço
Coitado do Coroné Sardinha….
Foi cair no colo da Facção Criminosa do Caviar….
E ainda está ao lado de um dos maiores mafiosos deste Páis…..
Estou com pena e dó do Sardinha….
Até Zema tem chance contra Lula
Eleitor farto do PT não depende do ex-mito para derrotar Lula
Datafolha indica que Lula pode perder no 2º turno até para candidatos hoje aparentemente inviáveis, revelando que eleitor farto do PT não depende do ex-mito para derrotá-lo
A mais recente pesquisa Datafolha de intenção de voto à Presidência mostrou que o presidente Lula aparece em dificuldade no 2º turno contra todos os adversários testados – do hoje favorito Flávio ao possível Caiado e até ao improvável Zema. Em todos os casos há empate técnico, dentro da margem de erro.
Isso significa não só que Lula está em apuros, como também – e talvez principalmente – que o eleitorado farto do PT não depende de um ex-mito para derrotar Lula.
Outros candidatos, muito mais bem preparados que Flávio para exercer a Presidência, conseguem excelente desempenho no segundo turno. E todos eles têm a vantagem de ter baixa rejeição, ao contrário de Flávio, um senador medíocre que vai precisar dar muitas explicações sobre rachadinhas e milicianos ao longo da campanha, além de carregar o legado pavoroso do pai, que inclui tentativa de golpe e condução irresponsável do País na pandemia de covid-19.
Por tudo isso, levar Flávio ao segundo turno, como “poste” do ex-mito, pode até mesmo aumentar as chances de Lula se reeleger, o que seria desastroso para o País.
No campo petista, é devastadora a dimensão da rejeição a Lula e ao seu governo, além do mau humor de parcela significativa do eleitorado diante de um possível quarto mandato. Quando confrontado com qualquer alternativa minimamente viável, mesmo incipiente, o presidente vê seu desempenho travado.
Na prática, o Datafolha indica que praticamente metade dos brasileiros não deseja estender o mandato de Lula e está disposta a votar em quem surgir para enfrentá-lo.
Diante disso, pouco importa, num primeiro momento, a densidade eleitoral do adversário. Num segundo turno, quando o voto passa a ser a escolha entre dois polos, até candidaturas hoje frágeis podem se tornar competitivas. Não por força própria, mas pela rejeição a Lula.
Esse fenômeno é parte do desgaste acumulado do governo. Como este jornal vem sublinhando, trata-se de uma administração marcada por mediocridade na entrega, incapacidade de produzir resultados consistentes e uma dependência excessiva de fórmulas já testadas – e esgotadas.
A economia não se traduz em melhora perceptível no cotidiano, programas e políticas sociais se concentram em modelos do passado, o estatismo lulopetista é visto como inadequado para os anseios de autonomia e progresso dos cidadãos e a condução política permanece refém de um modelo concentrado de exercício do poder, voltado à companheirada e pouco permeável a forças políticas mais amplas.
Sem esquecer o vício incorrigível de Lula e do PT de operar sob a lógica da divisão da sociedade.
Há também um elemento menos conjuntural e mais profundo: a fadiga de material. Após décadas no centro da vida política nacional, o lulopetismo dá sinais de envelhecimento. Suas ideias, antes mobilizadoras, hoje soam repetitivas.
Seu modelo de Estado encontra resistência num país que se transformou social e economicamente. Isso ajuda a explicar por que Lula, mesmo na Presidência, não consegue converter sua posição em vantagem eleitoral sólida.
O antipetismo está fortemente arraigado no eleitorado. Ou seja, todos os candidatos de oposição obviamente precisam explorar essa realidade. No entanto, trata-se de condição necessária, mas não suficiente: quem quiser ter sucesso na eleição precisa ir além do discurso contra o PT e Lula.
Aqueles que apresentarem propostas concretas para melhorar estruturalmente a vida dos brasileiros, convidando o eleitor a pensar não no presente, mas no futuro, podem ir além da polarização e conquistar corações e mentes hoje capturados pelo bolsonarismo, que nada tem a propor a não ser o velho reacionarismo do patriarca.
O Brasil não pode perder a chance de sair desta mediocridade que drena as energias dos cidadãos sem nos levar a lugar algum.
Leva, sim, ao buraco.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 15/04/2026 | 03h00 Por Editorial
“A maior força política do Brasil hoje é o antipetismo”
“A maior força política do Brasil hoje é o antipetismo”
Ninguém aguenta mais a Facção Criminosa do Ladrão de Nove Dedos
Lá se vão 20 anos e nem a promessa da picanha com aquela gordurinha passada na farinha com uma p……de uma cerveja bem gelada caiu no prato do preto, branco, pobre e favelado…..
Tanto os bostileiros (67%) quanto as brasileiros (33%) tem a chance de dar uma bicuda do traseiro flácido desse ladrão maldito e desgraçado, populista de araque….
aquele abraço
O Senhor CN advertiu antes que o Estadão: “Se até Zema já empata com Lula, é um sinal de que o petista subiu no telhado…”
Cotidiano de Um Casal Feliz
Jay Vaquer
Alguém sabe dizer o que é normal?
Pode parecer tão natural(2x)
Ele manda em tudo, em todos
curte seu poder
E deixa a esposa em casa
pra brincar no treco
de qualquer traveco
em troca de prazer
vai saber porque…ieiê
E a esposa anda malhada
fez lipoescultura
e a falta de cultura
nunca foi problema
ela tem dinheiro
pra dar e vender
lê Paulo Coelho e seicho-no-ie
vai saber porque…iê
E eles têm escravos
disfarçados de assalariados
diariamente humilhados
se levantam cedo, se arrumam apressados
têm hora marcada pra falar com Deus
Alguém sabe dizer o que é normal?
Pode parecer tão natural (2x)
Ele guarda no HD
fotos de crianças nuas, pra tirar um lazer
Curte ver aquilo quando fica só
Ela conta os passos que dá no trajeto
entre a terapia e a boca do pó
E até pensa em adotar alguma criatura,
pode ser uma criança ou um labrador
Só depende da raça, depende é da cor
que pintar primeiro..
Ele faz como ninguém a cara de quem não sabe mentir
pode admitir, pra ocupar o vazio da relação
mas com uma condição:
não quer dar banho,
nem limpar merda o dia inteiro
Eles foram ver o show da Diana Krall
que alguém falou que era genial
gritaram “uhuu” do camarote
enchendo a cara de Scotch
E eles têm escravos
disfarçados de assalariados
diariamente humilhados
se levantam cedo, se arrumam apressados
têm hora marcada pra falar com Deeeeeeuss!ououôô
Alguém sabe dizer o que é normal?
Pode parecer tão natural (2x)
Ciro, irá submeter-se?
Sentir-se-á “ambulância”?