
Governo restringe vozes na comunicação oficial
Danilo Moliterno
Leonardo Ribbeiro
CNN
A Secom (Secretaria de Comunicação Social) da Presidência da República orientou ministérios a não criarem novos perfis institucionais em redes sociais por meio de secretarias, departamentos ou outras estruturas internas.
A medida consta em ofício circular enviado às assessorias de comunicação das pastas e reforça a diretriz de centralização da comunicação digital no âmbito do governo federal. A orientação foi formalizada no mesmo dia em que a Senasp (Secretaria Nacional da Segurança Pública), vinculada ao Ministério da Justiça, lançou suas contas oficiais no Instagram, X, Facebook e TikTok.
ALINHAMENTO – Segundo o documento, ao qual a CNN Brasil teve acesso, a recomendação está alinhada ao modelo de governança do Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal, que atribui à Secom a coordenação e supervisão das ações de comunicação do Executivo. O objetivo é “garantir unidade, coerência e eficiência na divulgação de informações públicas”.
A secretaria afirma que a multiplicação de perfis institucionais pode prejudicar o acesso do cidadão a informações oficiais, além de comprometer a clareza dos canais e a identidade da comunicação governamental. Também aponta que a fragmentação dificulta o planejamento, o monitoramento e a avaliação das ações de comunicação.
Do ponto de vista jurídico, o texto alerta que a criação de canais descentralizados amplia o risco de descumprimento de normas, além de potencializar casos de promoção pessoal de agentes públicos, o que pode ferir princípios constitucionais como impessoalidade e moralidade administrativa.
@GOVBR – A Secom orienta que demandas de comunicação digital sejam concentradas nos perfis oficiais já existentes, vinculados à marca do governo federal (@GovBR). Também recomenda que os ministérios revisem eventuais contas já criadas para avaliar a necessidade de integração ou descontinuidade desses canais.
O ofício ressalta ainda que o descumprimento das diretrizes pode impactar a participação de órgãos em campanhas institucionais e o uso da marca do governo. A medida, segundo a secretaria, visa fortalecer a comunicação pública, ampliar o acesso à informação e reduzir riscos institucionais.
Dom Curro queria ferrar Ramagem que está pedindo asilo nos Estados Unidos, pra isso usou um policial federal.
Acontece que depois de investigação o agente de Loola é que foi expulso de lá, o Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado dos EUA, a decisão tem como base a tentativa de “manipular o sistema de imigração para contornar tanto pedidos formais de extradição, quanto prolongar caça às bruxas política em território dos EUA”.
E agora?
Dom Curro quer retaliar expulsando dois ou três americanos da embaixada deles aqui no Brasil.
Vai Loola, três é pouco, escorrace logo uns dez pra mostrar que você é o Cara.
De quebra pode chamar o Trump de genocida e ladrão de petróleo.
Mostre que você é o tal Culhão Roxo.
Peguei essas noticias no Claudio Humberto e Jovem Pan.