A política depois de Bolsonaro: o avanço da direita e a disputa por seu legado

5 thoughts on “A política depois de Bolsonaro: o avanço da direita e a disputa por seu legado

  1. “”O esquema tem financiado o crescimento das organizações de esquerda até o ponto em que só elas, e mais partido nenhum, podem apresentar candidatos à presidência;
    As verbas do Estado brasileiro têm sido usadas generosamente para salvar o movimento comunista na América Latina e na África, injetando vida nova em regimes ditatoriais economicamente moribundos;
    Essas mesmas verbas alimentam o crescimento da “revolução cultural” gramsciana em todas as áreas da vida social, promovendo sistematicamente a derrubada dos valores que na perspectiva gramsciana representam a “ideologia burguesa”;
    O dinheiro público fomenta o crescimento ilimitado de “movimentos sociais” criminosos, cada vez mais reconhecidos como entidades imunes à aplicação das leis.
    E por aí vai. As vantagens financeiras que alguns banqueiros e empresários têm levado nesse esquema não são nada mais que as migalhas que o próprio Lênin recomendava atirar a uma burguesia idiota o bastante para abdicar de todo poder político próprio – e até de um discurso ideológico próprio – em troca de um dinheiro sujo que só serve para escravizá-la cada vez mais à liderança esquerdista.
    É só suprimir esses fatos, e pronto: transferida a patifaria lulista para a “direita”, o público está preparado para contentar-se com um antipetismo higienizado, castrado, apolítico, incapaz de trazer qualquer dano às organizações de esquerda, mas bem capaz de salvá-las do desastre que elas mesmas criaram”
    — Olavo de Carvalho (2015)

  2. DOM PEDRO II – hoje – aniversário – 02/12/1825 – 200 ANOS – Cognominado “o Magnânimo”. Chame de crescimento da autoidentificação ideológica no país ou encontro com a verdade histórica.

    O pesadelo chamado República segue sendo obstáculo para que acionemos alavancas para o desenvolvimento do país.

    Hoje, principalmente, temos o que lembrar e recuperar memórias para nossa inspiração.

    Trata-se do ESTADISTA maior de nossa história: Dom Pedro II. Monarca SEM FILIAÇÃO PARTIDÁRIA. Incentivador da ciência, educação e artes, da modernização do país com a construção de ferrovias e telégrafos, e da abolição da escravatura. Seu governo foi marcado por um período de estabilidade política, embora tenha enfrentado a Guerra do Paraguai, e foi fundamental para a manutenção da unidade nacional.

  3. O professor… afirma que foi aberto “um atalho cognitivo” pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, ao ser eleito em 2018.

    Sério, seu autor? Táí, eu julgava ter sido um desastre moral e intelectual o resultado da presidência do dito cujo.
    Nós brasileiros somos cândidos, humildes, mas não tão estúpidos a ponto de aceitarmos o comportamento do famigerado ex presidente como exemplo de perfil de direita ou de esquerda. Ele foi tosco, confuso, mal preparado e complexado. Dito frontalmente.
    E o outro? Também se enquadra nos mesmos moldes com a diferença de ter um dedo a menos!

      • Seu Ricardo, lamento, mas o senhor está equivocado. Leia o último parágrafo.
        O outro sem um dedo, seu Ricardo, é o líder do PT! Portanto, eu quis dizer que os dois não têm qualificação para nos representar!
        Abraços e viva o Brasil!

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