Augusto Heleno deixa prisão militar e cumprirá pena em regime domiciliar

7 thoughts on “Augusto Heleno deixa prisão militar e cumprirá pena em regime domiciliar

  1. Acordo entre governo Lula e oposição bolsonarista garante aprovação do PL da Dosimetria

    O Senado aprovou do PL da Dosimetria pelo plenário, por 48 votos a favor e 25 contra, com uma abstenção. O projeto altera critérios de cálculo e execução de penas e, na prática, reduz condenações impostas aos envolvidos na tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro.

    A aprovação do texto na CCJ não decorreu de consenso jurídico, mas de um ACORDO POLÍTICO de bastidores ENTRE O GOVERNO LULA E A OPOSIÇÃO BOLSONARISTA para limpar a pauta do Senado e destravar votações de interesse do Planalto.

    A articulação envolveu o líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), e o líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), e acabou por expor fissuras internas na base governista, que optou por votar contra o projeto sem, contudo, obstruir sua tramitação.

    Enquanto o senador Flávio comemorou abertamente o resultado, Renan Calheiros (MDB-AL) protagonizou um dos discursos mais duros e politicamente reveladores da essência da questão.

    Comparou o projeto a um “peru de Natal entregue pelo governo Lula a Jair Bolsonaro” e acusou o Senado de participar de uma encenação para atender a conveniências momentâneas.

    “Eu não vou participar de farsa nenhuma”, afirmou Renan, ao criticar a tentativa de votar uma matéria de profundo impacto institucional “a toque de caixa”, em menos de 24 horas.

    Renan revelou ainda que fora procurado pelo próprio Jaques Wagner, que lhe teria confidenciado o interesse do governo em “limpar a pauta” do Senado para viabilizar a votação de matérias econômicas consideradas estratégicas, como a taxação das apostas esportivas, estimada em gerar mais de R$ 20 bilhões em receitas para o Tesouro Nacional (e “otras cozitas mas”).

    Para Renan, a negociação expôs uma contradição grave: sacrificar o debate institucional sobre crimes contra a democracia em nome de conveniência fiscal e aritmética legislativa.

    Graças ao acordo, a CCJ aprovou parecer do relator Esperidião Amin (PP-SC) por 17 votos a 7, acolhendo emenda do senador Sergio Moro (União-PR) que tenta restringir os efeitos da redução de pena aos crimes contra o Estado Democrático de Direito.

    Amin sustentou que o projeto não configura anistia, mas corrige excessos cometidos na aplicação das penas. “Há um consenso de que a mão foi pesada, muito pesada”, declarou.

    Ainda assim, o próprio relator admitiu que o texto pode beneficiar outros condenados por crimes contra a democracia, inclusive réus da chamada trama golpista julgada pelo STF.

    O ponto mais controverso do processo foi a classificação da emenda de Moro como “redacional”. Para Renan Calheiros, para o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), e para outros senadores, trata-se claramente de uma emenda de mérito, que altera o alcance do projeto e exigiria o retorno do texto à Câmara dos Deputados.

    Renan alertou que forçar a classificação como ajuste formal era uma manobra para acelerar a tramitação e evitar novo debate. “Ninguém pode obrigar o Senado a votar uma matéria dessa complexidade em 24 horas”, disse.

    (…)

    Correio Braziliense, Nas Entrelinhas, 18/12/2025 – 06:42 por Luiz Carlos Azedo

  2. Assisti às palestras de Heleno no STM em períodos recentes.
    Abordava com conhecimento de causa, como homem forte do projeto do inepto capitão.
    Ao lado do almirante que acreditava no burro frouxo que era apelidado de cavalão.
    Bolsonaro tinha votos.
    Mas não tinha cérebro.
    E o mal parece ser congênito.
    Heleno demente?
    Não!
    Parecia extremamente lúcido.

  3. Mas o general e ex-ministro Augusto Heleno , negou ao povo Brasileiro reconhecidamente a necessidade de resguardar os direitos fundamentais, especialmente à saúde e à dignidade , quando estava a serviço de patrão e mestre o meliante presidente jair bolsonaro , sendo que agora usam covardemente do subterfugio de uma falsa doença de Alzheimer , escondendo-se na idade de 78 anos , como se bandidos também envelhecem , culminando em sua impunidade sob a bandeira da liberdade humanitária .

      • Por falar em anonimato, eis-me aqui para repetir o óbvio: o gen-da-reserva Heleno está pagando pelo erro de ter se subordinado e ajudado um idiota a tentar implantar um regime de força em nosso país.
        Espero que tenhamos um próximo presidente decente para botar de volta na cadeia o outro idiota e corrupto que atualmente nos governa.
        Feliz Natal!

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